Três contêineres para resíduos recicláveis foram incendiados desde o início da instalação dos novos equipamentos na Capital, iniciada em 12 de março.
Na madrugada desse sábado, uma unidade exclusiva para resíduos recicláveis, foi queimada na avenida Ipiranga. Outra foi vandalisada na rua Barão de Teffe e, no final de semana, um coletor também havia sido alvo de ataques no bairro Menino Deus.
A cena lamentável se repete: fogo, destroços e um prejuizo que não é apenas financeiro, mas também social e ambiental.
Cada contêiner queimado significa mais gastos para o Município e dificuldades para a população, que vê a limpeza urbana comprometida.
Uma cidade bem cuidada não depende apenas do Poder Público, mas da consciência de seus cidadãos.
Quando um patrimônio coletivo é destruído, todos saem perdendo. O vandalismo não prejudica uma gestão, mas sim a própria comunidade, que precisa conviver com ruas mais sujas e serviços prejudicados.
Porto Alegre é nossa casa e, zelar por ela, deve ser um compromisso de cada um!
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